Continuando com a linha evolutiva do logo anterior, senti a necessidade de renovar o logo radicalmente, de forma a obter uma marca mais consolidada e apta comercialmente. A ideia essencial da nova imagem revolve no conceito de estrutura. O maior contributo que o Instituto Português do Sangue pode aspirar a, é voluntários dadores de sangue, de forma a solidificar a estrutura do instituto, aliando-se ao conceito de cidadania e urbanismo.
Assim, o logótipo, e partindo da forma anterior como ponto de partida, bem como as suas variantes de pictograma, apresentam-nos em isometria, oferecendo assim à marca um carácter geométrico e de tridimensionalidade, tornando a marca real, um edifício construído pelos que contribuem.
Em termos de cor, há uma novidade. Uma variação alternativa principal, em tons de verde cirúrgico, especialmente criada para os objectos exclusivos dos dadores e contribuidores, como cartão pessoal, cartão de dador, manual de normas, etc. Assim, a cor torna-se a prova de afinidade com o dador, criando uma relação mais estreita entre os pilares da instituição.
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